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A movimentação de Ferração, como em todas eleições visam mais a manutenção de ativo político para a si e a família, contudo, tratando-se das atuais eleições, nem Norma e nem Theodorico têm condições de encarar a nova geração política cachoeirense que se apresenta e já pocisionara independente das convenções de junho dos seus partidos. São eles: Lorena Vasques (PSB); Carlos Casteglione (PT); Diego Libardi (Republicanos); Bruno Resende (União); e Allan Ferreira (Podemos).
Ferraço pai é muito respeitado no mercado de Cachoeiro-ES e no Estado, porém há decadas não disputa mais o executivo, desde quando perdeu para o petista Carlos Casteglione nas eleições de 2008. A partir dessa derrota, Theodorico sempre está presente nas movimentações eleitorais como aritculador, porém não mais como protagonista, olhando mais para o futuro pós disputas municipais, mantendo aliados por perto e assegurando melhores probabilidades para o clã nas eleições proporcionais para estadual e federal.
Qualquer pesquisa que constar para prefeito Norma e Ferraço promoverá um cenário falso, fora da realidade. Ricardo, o filho, pensa em ser sucesssor de Renato Casagrande (PSB), uma misssão incerta de resultado pretendido. Norma, depois que perdeu nas eleições em Itapemirim e Marataízes, uma aventura por Cachoeiro seria temerária para o futuro ferracista. O próprio Ferraço tem seu carisma incorporado pelo povo cachoeirenses, entretanto, o eleitorado vem ao passar do tempo oportunizando a outros protagonistas a cadeira executiva e não seria diferente agora.

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Com informações Folha do ES