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Para Ferraço, agora, vale tudo. Sem Tratado de Genebra na guerra sucessória. Um tipo de “Pacto com o Diabo”, se necessário, para não deixar o advogado Diego Libardi (Republicanos) conseguir vencer as eleições de Cachoeiro de Itapemirim-ES. Lembrando que foi o próprio que lançou o republicano a candidato a prefeito em 2020 “como a melhor opção e que fará coisas maiores do que eu para o bem do povo cachoeirense”, disse reiteradamente na ocasião.
Ferraço deu início a um tipo de surto político no início do atual pleito ao perceber a projeção em escalada crescente do seu ex-pupilo. Não se sabe a razão exata para carregar no colo Victor Coelho, Casteglione, Lorena, Weidson Ferreira e companhia de um grupo que antes abominável. Chegou ao ponto de excomungar os deputados Allan Ferreira (Podemos) e o Bruno Resende (União Brasil) por aderir à pré-candidatura de Libardi, chamando-os em outras palavras de “traidores” do governador Renato Casagrande (PSB).
O que assustou e surpreendeu mesmo foi sua declaração de aceite do ex-prefeito Carlos Casteglione no seu berço de alianças. Para muitos foi um exagero e bizarro. Ferraço já governou Cachoeiro-ES por quatro mandatos. Tem 86 anos e está indo para o sacrifício até surgir um plano que impeça o avanço de Libardi. O lema do momento é: “todos contra Libardi”.
Suspeita-se que o ódio pelo pré-candidato republicano deriva parte da sua esposa Norma Ayub (PP), ex-deputada federal, por motivos desconhecidos ou porque ambos tiveram menos votos do que Libardi nas eleições proporcionais dentro de Cachoeiro de Itapemirim.
De qualquer forma, com pacto ou sem pacto, a disputa promete muitas emoções de prospectar ataque cardíaco.

Fotomontgem Folha do ES
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Com informações Folha do ES